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O Radar e o Papagaio em Cuiabá |
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Escrito por andrielly
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 19:50 |
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Por Editorial Noticiando
Muitas pessoas podem acreditar que existem verdadeiros heróis, os quais desejam implantar os radares em Cuiabá para “salvarem vidas” que estão sendo ceifadas na loucura do trânsito.
Pode até parecer desumano nossa posição em sermos contrários, mas indagamos com base nos verdadeiros “papagaios”, que repetem algo sem profundidade e com a nítida impressão de serem os salvadores, com medidas milagrosas, resolvendo o problema de mobilidade de nossa Grande Cuiabá.
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Última atualização em Qua, 22 de Fevereiro de 2012 21:06 |
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Escrito por andrielly
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 13:36 |
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O prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli (PSD), mesmo sem intenção pode estar usando a fórmula equivocada em sua corrida para viabilizar as finanças do município e, de quebra, a sua candidatura à reeleição, que ainda se mostra tímida e um tanto “sem sal” perante o olhar da população em geral e, principalmente, dos seus aliados. Zaeli, prestes a entrar no seu sétimo mês de mandato, sempre foi, sem dúvida, um administrador “por excelência” na área privada. Sua habilidade com os negócios no setor não-governamental foi, sem dúvida, o trampolim para projetá-lo na vida pública, tamanha sempre foi sua visibilidade no meio empresarial que, de quebra, o alçou para o contexto político. No entanto, o então vice-prefeito e hoje mandatário da segunda maior cidade de Mato Grosso parece ainda não ter abandonado, de um todo, mesmo ocupando o posto máximo do município, o seu perfil empresarial. Insiste em adotar na política, talvez mais por falta de tino político do que por razões pessoais ou de ordem intencional, a forma tradicional de se conduzir um negócio próspero na seara privada.
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“Se não é minha, não é de ninguém” |
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Escrito por andrielly
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Seg, 20 de Fevereiro de 2012 20:08 |
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Por Luiz Flávio Gomes
Eloá, Daniela Peres, Mércia Nakashima, Eliza Samúdio, Sandra Gomide, Eliana de Gramont, Cláudia Lessin Rodrigues e outras quatro mulheres são assassinadas diariamente no Brasil. Dos 51.434 homicídios contabilizados em 2009 (Datasus), 8,3% ou 4.260 mortes atingiram mulheres. A cada dia 11 mulheres são eliminadas. Cerca de setenta por cento (70%) por seu marido ou ex-marido, noivo ou ex-noivo, namorado ou ex-namorado (é aqui que reside a violência machista ou violência de gênero, que é universal).
Nossa “fábrica” de violência (Holding Brasil de Violência) continua ostentando uma “produtividade mortífera” impressionante, inclusive mundialmente (20ª no ranking mundial). Entre 1997 e 2007, 41.532 mulheres foram mortas: 10 por dia, perto de 4 assassinatos para cada 100 mil habitantes, conforme o estudo Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Sangari (O Estado de S. Paulo de 04.07.10, p. C6). A cada duas horas e meia uma mulher é morta no país!
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Ficha Limpa e o Caso Eloá |
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Escrito por andrielly
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Seg, 20 de Fevereiro de 2012 18:37 |
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Por Tânia Regina de Matos
"Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória" é o que diz o artigo 5.o, inciso LVII da Constituição Federal, chamado de Princípio da Inocência ou da Não Culpabilidade.
Lindemberg Alves foi condenado em primeira instância pelo assassinato da sua ex namorada Eloá. Hoje se ele quisesse participar de um concurso público, certamente sua inscrição seria negada. Alguém aí duvida que a sentença poderá ser modificada num possível novo julgamento?
Pois é... como são as coisas são né!
Em nosso País há dois pesos e duas medidas no que tange aos julgamentos de reles mortais e de políticos.
Não se trata de discutir a justiça da decisão de cada um dos casos, mas sim de aplicar a lei e sobretudo os princípios de direito de forma igual para todos: políticos ou não.
Os crimes eleitorais preveem pena de detenção, reclusão e multa. Assim, quem comete este tipo de infração pode responder ao processo em liberdade até que o Juízo profira a decisão final, portanto, este é um direito que provém do Princípio da Presunção da Inocência.
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Escrito por andrielly
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Ter, 14 de Fevereiro de 2012 19:36 |
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Por Eduardo Póvoas
Cuiabá passava por momentos críticos quando ouvi e li uma declaração do atual Prefeito da capital que se preparava para receber o maior presente de grego de sua vida, uma cidade com toneladas de lixo pelas ruas, com buracos que impediam seus cidadãos de se deslocarem, com falta de água em milhares de lares e outros problemas insolucionaveis, dizendo que se sentiria “orgulhoso” em dar continuidade na “administração” de seu antecessor.
Eu que jamais tinha visto o Sr. Chico Galindo ao vivo, tive a coragem de escrever um artigo com o título “Não dê Chico”, aconselhando o então Vice Prefeito a não dar continuidade em uma coisa que, a meu ver, ao menos tinha começado, que era uma administração digna de uma capital de estado.
Conversando com amigos neste final de semana, todos estavam boquiabertos ao ver os índices de rejeição enfrentada pelo Sr. Chico Galindo divulgada por uma pesquisa dias atrás.
O Chico que coletou o lixou deixado por outros, o Chico que tapou os buracos deixado por outros, o Chico que tenta resolver o problema da falta de água deixado por outros, serão estes os motivos desse ódio doentio que o cuiabano tem por ele?
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Um país à procura de um povo |
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Escrito por andrielly
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Ter, 14 de Fevereiro de 2012 19:03 |
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Por Petrônio Souza Gonçalves
O Brasil é hoje a sexta economia do mundo. No entanto, ocupa a 84ª posição em Índice de Desenvolvimento Humano. Não somos um país da contradição, mas, sim, da omissão. Pagamos os mais altos impostos e recebemos os mais baixos serviços prestados pelos governos. Formamos uma grande massa de silenciados da pátria, um “assombro de misérias e grandezas”. Aqui, a parcela mais pobre e esquecida da sociedade produz o maior espetáculo, o carnaval. Tudo para ser vivido fora, debaixo dos holofotes das avenidas, bem distante de sua comunidade.
O que é a democracia senão o direito e o dever da minoria representativa de fiscalizar e cobrar a maioria no parlamento? No entanto, o que vemos nesta terra desde Cabral é a maioria silenciando e cooptando a minoria e a minoria não buscando uma nova posição, não apresentando um novo projeto de país, um novo caminho. Não querem repensar o país, apresentar um programa de nação, mas sim um palanque e a chance de reivindicar os privilégios que não tem. Não legislam pela necessidade, mas pela conveniência.
Nossos grupos políticos não lutam por ideais, mas pela oportunidade de administrar verbas, distribuir cargos, aparelhar o Estado, acertar comissões. O caso das novas privatizações refletem bem essa realidade, tão ultrapassado quanto atual em nossa política, que rasteja seu terno surrado pelos corredores assombrados de nossa pobre vida diária. Está nos jornais, nas capas de revistas, enquanto a família brasileira assiste hipnotizada pela televisão a vida glamorosa que ela nunca terá.
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