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Dilma barra fantasma do aborto e pede que ministra siga ordens do governo Imprimir E-mail
Seg, 13 de Fevereiro de 2012 19:49

presidência da República, em 2010. Pressionada por religiosos, a então candidata chegou a assinar carta em que dizia ser pessoalmente contra o aborto, além de defender a manutenção da legislação atual sobre o assunto.

 

Hoje, Eleonora aproveitou o discurso de posse para criticar a disseminação de "padrão sexista" em salas de aula, programas de entretenimento e serviços públicos de saúde. "Não se pode aceitar que, ainda hoje, quando temos uma mulher no mais alto cargo do executivo brasileiro, mulheres sejam vistas como meros objetos sexuais, que morram durante a gravidez, que tenham seus direitos reprodutivos e sexuais desrespeitados", afirmou.

 

A socióloga assume a pasta no lugar de Iriny Lopes, que retorna à Câmara dos Deputados e deve disputar a Prefeitura de Vitória (ES) em outubro. Antes dela, o petista Fernando Haddad deixou o Ministério da Educação para tocar a campanha pela Prefeitura de São Paulo.

 

"Eu considero que eu escolhi a Eleonora por vários motivos, mas, sobretudo, pelo conjunto da obra", disse Dilma. "Tenho absoluta certeza que a Eleonora é capaz de assegurar, dentro da diversidade que é o nosso país, que todas as situações sejam consideradas, porque, quando nós assumimos o governo, nós governamos para todos os brasileiros e brasileiras, sem distinções políticas, religiosas ou de qualquer outra ordem", prosseguiu a presidente, em outro aceno para acalmar evangélicos e católicos.

 

 

O Estado de S. Paulo

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