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Júlio Pinheiro envia à Câmara mensagem com reajuste salarial de servidores DAS |
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 21:34 |
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O prefeito de Cuiabá em exercício, Júlio Pinheiro, se reuniu extraordinariamente, nesta quarta-feira (22-02) com secretários municipais e vereadores. Em pauta, o envio da mensagem de pedido de aumento salarial aos servidores municipais DAS e aos efetivos que já exerceram cargo de assessoramento superior. O aumento irá variar de 30 a 50%, baseado no cargo e desempenho da função. A reunião aconteceu na Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfe).
Segundo o presidente em exercício da Câmara Municipal, vereador Arnaldo Penha, a mensagem será apresentada, discutida e votada na sessão desta quinta-feira(23/02). Aprovado o projeto e promulgado pelo prefeito, o reajuste já deve valer para o salário de março.
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Donas de casa poderão se aposentar com até 5 anos de contribuição |
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 14:30 |
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Donas de casa que se dedicam exclusivamente ao trabalho doméstico e não têm renda já podem contribuir para a previdência social pagando 5% do salário mínimo e podem pedir a aposentadoria por idade depois de 15 anos de contribuição. A proposta, em análise no senado, reduz essa carência para 5 ou 10 anos ; o prazo mínimo de carência vale para dona de casa que tiver completado 5 anos de contribuição em 2011 ou completarem em 2012. O tempo de contribuição aumenta até 2021, quando se alcança o teto de 10 anos.
A autora, senadora Vanessa Graziotim (PCdoB) do Amazonas, lembra que em outubro de 2011 a aposentadoria foi regulamentada e que o volume
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Blairo diz que corte de emendas foi necessário |
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 12:33 |
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O ex-governador Blairo Maggi (PR) disse nesta semana que concorda com presidente Dilma Rousseff (PT) em relação ao corte de emendas dos parlamentares. Segundo ele, a crise no Brasil é grande e por isso é necessário diminuir gastos.
O governo federal decidiu “vetar” o repasse de R$ 55 bilhões, previstos no orçamento de 2012, que engloba todas as emendas parlamentares, o que deve gerar desgastes com o Congresso.
Houve redução nos ministérios da Saúde, de R$ 5,4 bilhões; Cidades e Defesa, em R$ 3,3 bilhões cada um; e no da Educação, que teve um corte de R$ 1,9 bilhão. O corte das emendas, por sua vez, é superior a R$ 20 bilhões. “Não é salutar atender deputados e senadores e deixar a economia com problemas. Depois, pode "descontingenciar”, pondera Maggi.
Da Redação
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